| BCG |
Intradérmica Percutânea |
| Hepatite B |
Intramuscular |
| DPT ou DPaT |
Intramuscular |
| Dupla pediátrica |
Intramuscular |
| Tétano |
Intramuscular |
| Haemophilus |
Intramuscular |
| Sarampo |
Subcutânea |
| Rubéola |
Subcutânea |
| Tríplice viral |
Subcutânea |
| Varicela |
Subcutânea |
| Hepatite A |
Subcutânea |
| Hepatite A + Hepatite B |
Subcutânea |
| Pólio Inativada |
Intramuscular ou Subcutânea |
| DpaT + Hib + IPV |
Intramuscular |
| Influenza |
Intramuscular |
| Pneumocócica
Polissacaridica |
Intramuscular ou Subcutânea |
| Pneumocócica Conjugada |
Intramuscular |
| Meningococo A/C |
Intramuscular |
| Meningococo C Conjugada |
Intramuscular |
| Meningococo B/C |
Intramuscular |
| Raiva |
Intramuscular |
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Administração Oral : A
principal vacina aplicada por essa via é a
contra poliomelite (vírus vivo atenuado), que em
alguns serviços é aplicado utilizando-se frasco
de dose única, diretamente na boca da criança
(duas gotas) Na hipótese de ser empregado o
frasco multidose deve-se ter o cuidado para não
contaminá-lo através do contato com a saliva da
criança. A amamentação não interfere na
imunização. Deve-se repetir a dose caso a
criança regurgite ou apresente vômitos nos
primeiros dez minutos após a
vacinação.
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Administração Intramuscular
: Em crianças de anos de idade, o local mais
adequado para aplicação é a lateral da coxa, por
ser mais desenvolvido, menos vascularizado e
inervado. Após esta idade, pode-se utilizar
também o deltóide e glúteo.
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Administração subcutânea :
Os locais adequados devem ser pobres em
terminações nervosas e pouco vascularizados.
Dentre outros locais que podem ser usados estão
as nádegas e a região superior e externa da
coxa.
Em crianças com
fraldas, a região das nádegas não é recomendada
devido a possível contaminação. | |
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